Firma cacoalense foi contratada emergencialmente por três meses
 
Deve custar mais de R$ 120 mil por mês ao município a interdição da lavanderia do Hospital Regional de Vilhena, a maior unidade de saúde do Cone Sul de Rondônia, que além de atender todos os municípios da região, também recebe pacientes de Mato Grosso.
 
Apontando uma série de problemas, a Agência de Vigilância em Saúde (Agevisa) de Rondônia lacrou o local. Com isso, havia o risco de paralisação de todo o hospital, conforme argumentou o prefeito Delegado Flori, do Podemos (ENTENDA AQUI).
 
Para contornar o problema, a Santa Casa de Misericórdia de Chavantes, entidade que atualmente administra o HR e toda a rede municipal de saúde, contratou emergencialmente uma empresa da cidade de Cacoal, a Higibest, que começou a prestar o serviço na última terça-feira, 28.
 
A logística é complicada, já que a lavagem das peças recolhidas no hospital é feita em Cacoal. A coleta é feita uma vez por semana e o material higienizado retorna no dia seguinte. A Higibest cobra 9 reais por quilo de roupa higienizada.
 
Com uma média diária de trajes sujos coletados entre 460 a 520 kg, o gasto mensal poderá passar dos R$ 120 mil. A Santa Casa alega que não existe em Vilhena nenhuma empresa em condições de prestar os serviços, que foram cotados em outros municípios. A proposta da firma cacoalense foi a menor.
 
A prefeitura informou que a duração do contrato é de três meses e que, durante esse período, as irregularidades apontadas pela Agevisa na lavanderia do Regional deverão ter sido sanadas.