Como já foi noticiado pelo jornal impresso FOLHA DO SUL, a polícia cerejeirense concluiu o inquérito de um dos episódios mais comoventes de Cerejeiras. Trata-se do caso da mãe acusada de matar e enterrar nos fundos de casa um filho recém-nascido em setembro do ano passado.


A jovem Gerliane Almeida Bezerra, de 21 anos, foi detida pela Polícia Militar em Pimenteiras do Oeste no dia 3 de setembro de 2012, para dar esclarecimentos sobre o desaparecimento do filho, uma criança que nascera dois dias antes. A polícia deteve Gerliane enquanto ela estava desfrutando do Festival de Praia na cidade que fica às margens do rio Guaporé.


Conforme também foi noticiado por este site, o julgamento considerado histórico, devido à excepcionalidade do caso, poderia ser adiado, caso a greve do judiciário continuasse. Segundo informações de servidores da justiça dadas ao site no final abril, o júri popular da acusada estava marcado para o próximo dia 20 de junho – que seria nesta quinta-feira desta semana.


Ainda segundo informações dos serventuários, a acusada seria representada no julgamento por um dos defensores públicos da região.


Mas o julgamento de Gerliane dependia de uma condição: o término da greve. Um servidor do sistema judiciário cerejeirense tinha afirmado a este site em abril: “Será dia 20, se a greve deixar”.


Caso a greve ultrapassasse esta data, o julgamento da acusada se estenderá para uma data ainda sem definição.


Neste dia 20 de junho, portanto, o julgamento ocorre sem problemas. A reportagem esteve no Fórum e, segundo informações colhidas no local, o julgamento pode se estender noite adentro, devido à complexidade do caso.


O FOLHA DO SUL ON LINE acompanha o desdobrar do júri e vai informar o leitores sobre a decisão tomada no julgamento tão logo ele termine.