O FOLHA DO SUL ON LINE conversou, esta semana, com o prefeito de Corumbiara, Deocleciano Dizal (PTB), que está sendo acusado de ter cometido abuso de poder econômico e comprado votos no pleito do ano passado.
O petebista disse que, até agora, não foi ouvido pelo Ministério Público, que apura a denúncia, feita pelo pecuarista Chico Portela (PPS), derrotado pelo próprio Dizal. Segundo disse Deocleciano, apenas testemunhas foram ouvidas, durante audiência na Justiça Eleitoral, em Cerejeiras, prestara depoimentos.
Deocleciano disse também que vão vê “o menor risco” de ser condenado pelas acusações feitas pelo adversário. “Isso é típico de quem não aceita a derrota, pois só inventaram de me atribuir esses crimes eleitorais após a divulgação dos resultados da disputa”, argumentou.
O prefeito disse também que as testemunhas arroladas pelo oponente, que, aliás, se mudou da cidade após perder a eleição, “não têm credibilidade nenhuma”. Sobre os dois crimes que teria cometido, Dizal recorre ao bom humor: “Eu não tinha dinheiro para fazer campanha. Eles é que tinham, então, não tem sentido me acusar de corrupção eleitoral, ainda mais usando o tal poder financeiro”, encerrou.