Uma leitora do FOLHA DO SUL ON LINE entrou em contato com a redação deste site para tornar pública a indignação dela com a atual situação do único hospital municipal de Cerejeiras.
Segundo a leitora, que pediu para não ser identificada, ela compareceu ao hospital São Lucas, única unidade pública de Saúde de Cerejeiras, na terça-feira desta semana.
Ao esperar para ser atendida, a moradora cerejeirense disse que duas realidades atormentam quem precisa dos serviços do hospital.
A primeira é que está se fazendo uma reforma no prédio da unidade de saúde. Por causa do trabalho dos pedreiros, há muitas batidas de marreta e poeira no local da reforma, que fica próximo à sala de emergência. A leitora tirou até mesmo uma foto do local (que ilustra esta reportagem), onde do lado de trás da imagem é possível ver sinais da obra de reparos.
A outra realidade, e essa bem menos nobre (pois a reforma pelo menos tem um lado positivo), é a greve dos servidores da Saúde do município, que afeta muito o atendimento. “Eu nem passei pela triagem”, disse a moradora, referindo-se ao pré-atendimento hospitalar, no qual mede-se a pressão arterial e verifica-se o peso corporal do paciente, entre outras coisas.
Os servidores públicos municipais de Cerejeiras estão de braços cruzados há 25 dias, mantendo somente 30 por cento dos funcionários da Saúde trabalhando. O hospital é um dos locais mais atingidos pela paralisação.
Autor:
Da Redação
Fonte:
FS
Publicado em 11 de Abril de 2014, às 12:41