O site FOLHA DO SUL ON LINE noticiou em fevereiro que pragas urbanas atacavam residências em Cerejeiras. Um bando de pombos e morcegos entra nos telhados das casas, fazem ninhos, procriam e deixam um terrível mau cheiro no local.
Em Vilhena, o site também noticiou o avanço do bando de andorinhas que pousaram em árvores no centro da cidade. A revoada provocou até mesmo um suposto crime ambiental, pois cortaram as árvores onde as aves pousavam.
Uma outra praga comum em todo o Cone Sul de Rondônia é o caramujo africano. O molusco, que não tem predador natural na região, acaba se proliferando pelos muros e paredes de residências.
Agora, outra praga, desta vez mais domesticada, preocupa residentes em Cerejeiras. Trata-se de gatos sem donos que chegam as residências e, se encontram bom tratamento, acabam ficando e trazendo outros em companhia.
A dona de casa Marina Teixeira, por exemplo, diz que não sabe o que fazer com os bichanos que chegam na casa dela e tentam estabelecer moradia. “Eu fico com dó, mas se tratar deles é pior. Estou usando bombinhas para espantá-los”, diz. Marina chegou a instalar uma tela na área da pequena quitinete para evitar a entrada dos bichos.
Uma das gatas, inclusive, está gestante e sinaliza uma cria. A felina já chegou com um filhote marrom crescido e agora vai ter mais, como o leitor pode ver na foto.
Estes animais possivelmente foram abandonados por antigos donos. Uma vez na rua, eles encontram comida e acabam se proliferando.
Autor:
Dimas Ferreira
Publicado em 04 de Março de 2013, às 09:34