Os 20 hotéis de Vilhena, que registraram aumentos de 20% a 30% de faturamento durante os 9 dia da Expovil, encerrada no domingo, voltaram a trabalhar com os níveis normais. De acordo com os comerciantes do ramo hoteleiro, embora a festa deste ano não tenha sido a mais movimentada em comparação com edições anteriores, rendeu bons lucros ao setor.

Segundo Solange de Quadros, durante a feira agropecuária, todos os leitos de seu estabelecimento ficaram lotados e houve até falta de vagas. Acostumada a alojar viajantes, a dona do Hotel Cariman diz que, atualmente, sua taxa de ocupação está em 80%, ou seja, nos níveis anteriores ao evento. O Cariman dispõe de 45 apartamentos.

Já Edmundo Becker, do Hotel Imperial, diz que estava preparado para enfrentar a baixa após a Expovil. Há um ano na atividade, o hoteleiro está estruturando o local para atender viajantes e funcionários de empreiteiras que atuam na região.

Pedro Sarturi, que comanda o Hotel Olinda, há dez anos no segmento, também contabilizou aumento de faturamento, mas atualmente trabalha com ocupação normal. O empresário atribui também o desaquecimento no ramo à Copa do Mundo, já que muitos viajantes, seu potenciais clientes, preferem assistir os jogos em casa.