Empresa apenas prestava serviço a firma suspeita

O empresário e contabilista Janderson Câmara, dono do escritório Vocal, alvo de uma ação da Polícia Civil de Vilhena na manhã de hoje, ligou para a redação do FOLHA DO SUL ON LINE para fazer um esclarecimento: sua empresa não tem nada a ver com as investigações referentes a um esquema de corrupção no SAAE.

Janderson explicou que apenas presta serviços contábeis à empresa MWX LTDA-ME, que atua no segmento de informática e estaria, segundo a polícia, recebendo por trabalhos não executados contratados pela autarquia municipal. Os documentos envolvendo a firma suspeita teriam sido recolhidos no local.

O site tenta obter a identidade dos sócios da firma efetivamente investigada, que também teria ligações com um vereador, fato não confirmado pelas autoridades. O que se sabe é que a MWX também estaria comprando um supermercado da cidade.
A reportagem continuará tentando falar com os sócios da firma, para que eles se manifestem quanto às acusações.