35 km de pavimentação de ruas serão concluídos e entregues esse ano
Em visita ao FOLHA DO SUL ON LINE na tarde desta terça-feira, 29, o secretário de Obras de Vilhena, Laércio Torres, garantiu que nenhuma das obras que estão sendo executadas na cidade será interrompida, ao contrário de comentários feitos nas redes sociais.
Torres explicou os problemas nos bairros Alto dos Parecis e Jardim Social, onde a Energisa terá que realinhar postes de iluminação que “invadiram” ruas. No primeiro bairro, apenas um poste terá que ser colocado no lugar correto. No Jardim Social será necessário mudar a posição de outros nove.
Para obrigar a empresa responsável pela distribuição de energia em Rondônia a fazer as mudanças, a prefeitura de Vilhena entrou na justiça e obteve liminares. No Alto dos Parecis, o poste fora do lugar foi trocado, mas o serviço terá que ser refeito. No outro bairro, a expectativa é de que tudo fique pronto nos próximos dias.
Apesar destes pequenos contratempos, o titular da Semosp diz que o cronograma de obras em todos os bairros está seguindo dentro do previsto e, até o final deste ano, todos os 35 km de pavimentação projetados na cidade estarão concluídos.
“Alguns detalhes, além de calçadas e serviços de meio-fio podem ficar para o ano que vem, mas a capa asfáltica estará pronta em todos os bairros nos próximos meses”, prevê Laércio.
POPULAÇÃO PRECISA COLABORAR
Já no bairro Jardim Social, o problema tem sido a água da lavagem de calçadas, de piscinas e de outras ações domésticas que alguns moradores jogam no meio da rua. Isso cria uma espécie de infiltração, que obriga a empresa responsável pela obra a refazer a compactação do solo, pois a umidade faria com que o asfalto se deteriorasse em poucos meses.
Para não deixar que esse problema afete o andamento das obras no bairro, os moradores estão sendo orientados e, em casos mais extremos, ações na justiça podem impedir o escoamento das águas nos locais que serão pavimentados.
Outra dificuldade são as calçadas, que precisam ser entregues pela empreiteira. Neste caso, além do meio-fio, a empresa é responsável por 1 metro e 20 centímetros de calçadas em frente as casas. Como há árvores impedindo a execução do serviço, elas precisam ser derrubadas.
Em alguns casos, donos de imóveis não querem a derrubada das espécies e, com isso, é preciso levar o caso à justiça, o que atrasa ainda mais os trabalhos.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 29 de Agosto de 2023, às 16:54