Se para pessoas ditas normais e na flor da idade já é complicado andar pelas ruas e avenidas de Vilhena, imagine como será difícil para os idosos, ou para uma mãe com um carrinho de bebê. E que dizer da situação de pessoas que precisam se locomover sobre uma cadeira de rodas.
Um cadeirante que tenha que se deslocar até o centro da cidade de Vilhena enfrentará uma verdadeira aventura, desviando de buracos, subindo degraus e, muitas vezes, tendo que dividir a rua com os carros, visto que em alguns pontos da cidade a calçada está totalmente obstruída.
É fato que as calçadas vilhenenses estão cheias de empecilhos que dificultam a passagem das pessoas. Placas, estacionamentos de bicicletas e até barracas de camelôs, sem contar andaimes e até materiais de construção como, areia, pedra e tijolos, foram as “muralhas” que atentam contra o direito de ir e vir de muita gente.
Mas, a falta de acessibilidade não é privilégio do centro. Além de trechos da avenida Major Amarante, o problema se estende por várias ruas e avenidas da periferia.
Na Avenida Tancredo Neves, a dificuldade de se transitar é por conta de areia e pedras que serão usadas na reforma de uma edificação e que foram depositadas em cima da calçada impedido, a passagem dos pedestres.
Na avenida Paraná a situação se repete, pois não somente a areia e a pedra que serão utilizadas na obra está na calçada, como também a betoneira.
Caso pior foi verificado na avenida Melvin Jones, bairro Cristo Rei, onde, por causa de uma construção, foram colocados tapumes até o meio fio, obrigando as pessoas a passarem pela rua, correndo risco de serem abalroadas pelos veículos que por ali transitam.
As fotos desta reportagem foram produzidas há mais de um mês, mas pouca coisa mudou desde então.