Um empresário vilhenense, que atua no segmento madeireiro, visitou a redação do FOLHA DO SUL ON LINE na manhã desta segunda-feira, 11, para mostrar “o absurdo” em que se transformou a cobrança da taxa de iluminação pública na cidade. Aprovada pela Câmara de Vereadores, supostamente para ajudar o município a quitar uma dívida milionária com a Eletrobrás, a contribuição vem sendo criticada por vários consumidores.
No caso do madeireiro, ele juntou a taxa cobrada nas cidades de Rolim de Moura e Cacoal para mostrar que, aqui, o valor chega a ser, proporcionalmente, até vinte vezes maior. O denunciante, que temendo represálias preferiu não se identificar, diz que, além de acionar a Associação Comercial, também pretende levar o caso à Ceron.
Nas faturas deixadas em poder do site, é possível comprovar que uma indústria da cidade de Rolim de Moura, cujo consumo de energia chega a R$ 5.874,94, paga R$ 26,18 de taxa de energia. Já em Cacoal, uma entidade cuja conta soma 19.620,30, contribui com R$ 40,27.
Em Vilhena, a empresa do denunciante, que consome R$ 3.153,41 é obrigada a “contribuir” com R$ 159,77 para manter a iluminação pública. Detalhe: o serviço não é oferecido adequadamente, tanto que o pátio e as imediações do estabelecimento vivem às escuras há muitos anos.
O FOLHA DO SUL ON LINE aguarda manifestação da Eletrobrás em Vilhena quanto ao aparente desequilíbrio das cobranças e publicará a versão da empresa tão logo ela se pronuncie sobre a denúncia.

Clique nas imagens embaixo da foto principal e confira as taxas cobradas em cada cidade.