Relatório da Embrapa revela: desde 1967, quando os índices pluviométricos começaram a ser medidos na cidade, nunca houve um início de ano tão chuvoso em Vilhena. Segundo órgão, caíram 558 mm de água e durante os 31 dias de janeiro.
A área mais atingida pelos temporais é a agricultura, principalmente a soja. Os plantadores locais estão preocupados com as possíveis perdas, já que não há como colher o grão debaixo de tempestades.
Em áreas do Mato Grosso próximas a Vilhena, as perdas causadas pelo aguaceiro já somam R$ 42 milhões. Conheça os detalhes desta situação em matéria exclusiva do repórter Herbert Weil, publicada na edição da FOLHA DO SUL, que retorna às bancas neste sábado, 09.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 08 de Fevereiro de 2013, às 11:00