De janeiro a outubro do ano passado foram 325 registros, em média 28 ocorrências mensais
Implantada há dois meses na cidade, a Patrulha Maria da Penha, do 3º BPM, já realizou, através do trabalho da sargento Michele e do Cabo Cruz, mais de 60 visitas a residências de mulheres vítimas de violência doméstica ou familiar em Vilhena.
Durante o mês de dezembro de 2018, foram realizadas 21 visitas às residências das vítimas e, em dois casos mais graves, houve retorno. Foram também realizadas duas prisões de agressores por descumprimento de medida protetiva. Já em janeiro de 2019, a Patrulha Maria da Penha realizou 39 visitas às vítimas, além de 8 retornos.
Apesar de ser um trabalho novo no município, a Patrulha Maria da Penha fora bem recebida pelas mulheres que são atendidas pela guarnição, as quais demonstram, em sua grande maioria, precisarem desse atendimento personalizado.
COMO FUNCIONA?
Com uma viatura específica para a missão, a Patrulha realiza suas ações a partir do encaminhamento da medida protetiva pelo Poder Judiciário quando, em seguida, é feito o cadastro da vítima e dado início as visitas nas residências. As vítimas recebem o atendimento pós-ocorrência, com objetivo de oferecer a sensação de acolhimento, já que muitas vezes se sentem desprotegidas.
Um dos fatores que estimulou a implantação da Patrulha Maria da Penha em Vilhena é o elevado número de ocorrências de violência doméstica e familiar registradas pelas guarnições de radiopatrulha da Polícia Militar, sendo computados de janeiro a outubro do ano passado 325 registros, em média 28 ocorrências mensais.
Autor:
Assessoria
Fonte:
Foto: Divulgação
Publicado em 06 de Fevereiro de 2019, às 16:23