Já foi noticiado por este site que o São Lucas, único hospital de Cerejeiras, está com a parte da frente interditada pelos Bombeiros e a Defesa Civil e os atendimentos estão feitas pela porta lateral - no local de procedimentos emergenciais aos pacientes que chegam de ambulâncias.


A interdição é do lado de fora. Mas do lado de dentro do hospital a realidade também não está das melhores.


Um grande quantidade de caramujos africanos insiste em subir pelas paredes da parte de trás do hospital. A parede em que os caramujos sobem, do lado de fora, é do quarto de pacientes em observação, e que possui quatro leitos.


O leitor pode observar na foto desta reportagem (tirada na última segunda-feira, 27) as marcas das fezes dos moluscos espalhadas pela parede.


Além dos caramujos, o hospital também é alvo de uma revoada de pombos. As aves ficam sobrevoando o telhado da unidade, mas o forro do teto é bem fechado e, pelo que a reportagem pôde verificar, os pombos não entram sob o telhado.


Já houve uma denúncia anônima em fevereiro do ano passado, o mês em que o município teve um surto de dengue, de que o quintal do hospital tinha um “viveiro” de mosquitos. A reportagem andou pelo quintal da unidade hospitalar e não foi encontrado nenhum local propício para a proliferação da larva do mosquito transmissor da doença.


Ao FOLHA DO SUL ONLINE, o diretor do hospital, João Dantas, diz que já foi contratada uma empresa para retirar os caramujos africanos. “Estamos aguardando a empresa vir executar o serviço”, diz o diretor.


O diretor do hospital afirma também que espera que uma determinada empresa contratada termine a reforma do prédio hospitalar, que começou e não foi concluída.