Nesta semana, o país inteiro acompanhou o drama do brasileiro Marco Archer, que foi condenado por tráfico de drogas na Indonésia e acabou sendo condenado a pena de morte no último final de semana. O brasileiro foi fuzilado na madrugada deste domingo, no país asiático.

O caso, noticiado pela mídia nacional, lembra outro drama semelhante, vivida por uma estudante de Cerejeiras. A universitária Cristhielen Kruger Pomin, hoje com 27 anos, que estudava Medicina na Bolívia, foi presa em Istambul, uma das principais cidades da Turquia, acusada de tráfico de drogas, em janeiro do ano passado.

Assim como na Indonésia, a Turquia também tem pena severa para estrangeiros acusados de traficar drogas. Em alguns casos, a Justiça turca também pune com morte casos de tráfico de entorpecentes.

Entretanto, ao contrário do brasileiro Marco Archer, que foi fuzilado neste último final de semana, a cerejeirense escapou da penalidade máxima.

A família da jovem não comenta mais o assunto, mas há informações de que ela pegou dois anos de prisão (algumas versões dizem 30 anos) e não vai pegar pena de morte. O motivo da pena mais branda é porque Cristhielen foi apreendida num aeroporto “nacional” na Turquia. A pena de morte é apenas para tráfico internacional, ou seja, se for preso num aeroporto “internacional”.

De qualquer forma, os dois casos, tanto do instrutor de vôo quanto da cerejeirense, é um profundo drama para as respectivas famílias.