A dengue atingiu quase 1.000 vilhenenses em 2010 e, este ano, o número pode aumentar.

Motivo: a penúria em que trabalham os agentes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), responsáveis pelo controle do mosquito Aedes aegypti numa área de mais de 4.180 quilômetros quadrados.

 

Há poucos técnicos de campo (apenas 22), o que significa um para cada 1.000 domicílios. Além disso, a “frota” de veículos é reduzida e está prestes a se tornar inservível.


Saiba mais sobre o risco de a endemia sair de controle nos próximos meses em matéria exclusiva do repórter especial Carlos Macena na edição impressa da FOLHA que circula neste sábado.