Imóveis foram entregues “pela metade” a moradores 

A situação de uma boa parte das casas populares em Pimenteiras do Oeste, município às margens do rio Guaporé, a cerca de 180 quilômetros de Vilhena, continua precária. O conjunto residencial do menor município do Cone Sul é vítima de duas tragédias.

O primeiro flagelo que atingiu boa parte das casas populares de Pimenteiras foi a má gestão pública. Por alguma razão inda não explicada, as residências do conjunto habitacional popular foram entregues às famílias de baixa renda ainda inconclusas. Uma parte dos imóveis está sem reboco nas paredes internas, sem instalação elétrica e com piso grosso no chão.

Já a segunda catástrofe é natural: em setembro de 2014, um forte temporal, combinando chuva e vendo, atingiu o pequeno município ribeirinho, provocando uma série de estragos. Um desses estragos foi o destelhamento de várias casas do conjunto residencial popular. Algumas dessas residências foram recuperadas pela ação dos próprios donos, por voluntários e com auxílio do poder público, mas ainda existem algumas casas populares que ainda não foram restauradas.

Essa situação foi conferida presencialmente pela reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE, que esteve em Pimenteiras no último sábado, 28.