Homens armados com facas cometeram dois assaltos no local
Quatro anos atrás, quando a prefeitura construiu uma praça de alimentação na praça Ângelo Spadari, na região central de Vilhena, a intenção era transformar o local num espaço de lazer freqüentado por famílias.
Hoje, a maioria das oito lanchonetes que funcionam no logradouro público já foi arrombada, uma delas duas vezes em seis meses. Também houve dois roubos praticados por um homens armados com facas. A maioria dos ataques é feita no final da noite ou durante a madrugada, por dependentes químicos.
Mas, o pior transtorno, tanto para comerciantes quanto para os usuários do espaço é a situação dos banheiros. Das quatro unidades, apenas uma está funcionando, e mesmo assim tomada por sujeira. Um problema burocrático impede que os sanitários tenham energia elétrica e todos ficam no escuro. A prefeitura, que tem uma dívida milionária junto à Eletrobrás, teria sido impedida de fazer a ligação para iluminar os banheiros.
Os comerciantes, que venceram a licitação para instalarem suas lanchonetes no local, reclamam que a praça está tomada pela sujeira e não dispõe de segurança, já que o município não contrata vigilantes para evitar a ação dos vândalos.
“A praça, que deveria ser um local de tranqulidade para famílias, está sendo tomada por drogados. Isso prejudica a gente e afasta quem não quer correr riscos”, desabada um dos empresários afetados pela situação.