A Professora de uma escola pública de Vilhena afirma estar “chocada” com o crescimento do número de gravidez entre suas alunas. “Numa única sala de aula, de sétima série, há cinco meninas grávidas, com idade entre 13 e 15 anos”, afirma a educadora, que pediu para que seu nome e nem o do estabelecimento de ensino fosse divulgado pelo www.folhadosulonline.com.br.
Segundo a professora, as cinco garotas grávidas são de famílias desagregadas. “A falta de diálogo com os pais e de uma educação sexual mais eficiente podem ser consideradas as vilãs desta problemática”, pontua.
Conhecendo o perfil “promíscuo” de algumas de suas alunas e sabendo que elas não se previnem contra doenças sexualmente transmissíveis, a professora tomou para si a responsabilidade de, mensalmente, retirar preservativos, gratuitamente, no Caps (Centro de Antedimento Psicossocial). “Eu repasso as camisinhas para elas temendo que contraiam o vírus da Aids e outras doenças”, explica a preocupada docente.
A professora vilhenense afirmou que já chegou a flagrar meninas praticando sexo com alunos em banheiros da própria escola. Afora esta situação “grave”, a droga também está cada dia mais presente nos colégios.