O titular da Secretaria de Obras de Cerejeiras, Danilo Marth, entrou em contato com a reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE na semana passada para, na visão dele, explicar um fato noticiado por este site.


No dia 07 deste mês, o site publicou denúncia feita por um jornalista cerejeirense sobre um gari que trabalhava na coleta de lixo sem usar o uniforme ou os equipamentos de proteção exigidos por lei. O gari usava até mesmo uma sandália. A reportagem era, na verdade, uma republicação autorizada de um conteúdo que o próprio jornalista Elizeu Evangelista Silva já tinha postado em sua página pessoal no Facebook.


Nos comentários via rede social da notícia publicada, uma área em que esse site não tem nenhum controle, alguns leitores afirmaram que a prefeitura de Cerejeiras cobrava pelos uniformes e pelos equipamentos de proteção fornecidos aos garis.


Danilo Marth afirma que o poder público municipal não cobra, nunca cobrou e nunca vai cobrar por qualquer coisa usada pelos lixeiros, nem uniformes e nem os equipamentos de segurança. “Quero dizer que a prefeitura fornece todo o material necessário para os garis trabalharem e isso nunca foi cobrado nem descontado no salário deles. Isso jamais aconteceu”, disse o secretário.


Sobre o homem que aparecia na foto sem usar os equipamentos de proteção e nem o uniforme, o titular da Semosp é sincero. “Já conversamos com esse servidor várias vezes, mas ele se recusa a usar os equipamentos que fornecemos. Estou pensando em trocá-lo de setor e já falei com ele sobre isso”, explica Danilo Marth.


O secretário afirma também que reconhece a importância do uso dos equipamentos adequados e do uniforme para os lixeiros. “O lixo é muito tóxico. Sempre conversei com eles sobre isso e só deixo eles saírem para trabalhar se estiverem usando os equipamentos e os uniformes”, disse o titular da Pasta que é responsável pelo serviço exercido pelos garis cerejeirenses.