Três casos foram registrados na polícia esta semana
 
Os crimes de estelionato continuam a fazer parte da rotina dos vilhenenses, e prova disso é que, na segunda-feira, 03, três pessoas procuraram a Unisp (Unidade Integrada de Segurança Pública) para denunciar terem sido vítimas do golpe, de diferentes formas.
 
A primeira, uma mulher de 56 anos, relatou que no dia 21 de fevereiro recebeu uma mensagem no WhatsApp; a pessoa do outro lado dizia ser a dona da casa onde a senhora mora e pediu para que o aluguel fosse depositado em uma conta.
 
A vítima, acreditando na história, tentou fazer o depósito, mas, deu errado. O autor do golpe então passou outra conta, e assim foi feita a transferência de R$800. Porém, após esse pagamento, a verdadeira locadora foi à casa da vítima, e só assim a locatária percebeu que tinha sido alvo em um crime de estelionato e que o celular da mulher de quem alugou o imóvel havia sido clonado.
 
Já uma jovem de 22 anos fez compras de acessórios, como óculos e bijuterias, pelo WhatsApp, que totalizaram R$ 245, mas depois de ter pago e se passarem nove meses ela não recebeu os produtos. Só então ela foi investigar e percebeu ter caído em um golpe ao achar uma página no Instagram onde outras vítimas relatavam golpes da mesma vendedora.
 
Mais tarde, o perfil foi excluído porque a suspeita de aplicar os golpes ameaçou processar as vítimas, e depois outra página foi criada. A vendedora que aplicou o golpe então disse que devolveria para a vítima o valor pago, mas, colocou no caixa eletrônico um envelope vazio.
 
Já um administrador de empresas de 35 anos procurou a Unisp para denunciar que foram feitos empréstimos em seu nome e só descobriu isso ao ir a uma agência bancária da cidade e verificar que seu CPF estava incluso nos órgãos de restrição ao crédito. Os valores pegos pelos estelionatários foram de R$ 8.804,07 e R$ 5.435,25, ambos em janeiro e em uma agência de São Paulo.
 
Todos os casos estão registrados e serão investigados.