Está ocorrendo neste momento, em Brasília (DF), pelos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),o julgamento do processo de cassação do governador de Rondônia, Ivo Cassol (PP) e de seu vice, João Cahulla (PPS).

De acordo com a acusação, o governador integraria um esquema de contratação de funcionários de uma empresa de vigilância, às vésperas do primeiro turno das eleições de 2006, para trabalhar como "formiguinhas" - nome dado a cabos eleitorais -, o que caracterizaria a compra de votos.

Cassol e seu vice foram cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Rondônia no dia 4 de novembro do ano passado juntamente com o senador Expedito Júnior (PR-RO), pelos mesmos motivos, dentro de outro processo. O TRE entendeu que os então candidatos teriam feito depósitos bancários no valor de R$ 100 para os eleitores em troca de votos. Essa cassação é objeto de recurso no TSE, o RO 2295.