A derradeira prova de lealdade da cadelinha Belinha, uma pequena poodle branca à sua dona foi dada num momento trágico: quando a mulher, uma senhora de mais de 80 anos morreu, deixando-a sozinha no mundo, a cachorrinha acompanhou, com ar tistonho, o carro funerário que a levava. Depois de sair do Embratel e chegar ao cemitério Cristo Rei, no outro extremo da cidade, Belinha assistiu o sepultamento da amiga e, depois, passou 40 dias sobre o túmulo.
A cena do frágil animalzinho, sob sol e chuva, comovia as pessoas que visitavam o campo santo. Alguns levavam comida, que Belinha devorava com desconfiança. Até que, um dia, quando o agente funerário Ademilson de Gouveia, apareceu no local para sepultar uma pessoa, ela pulou dentro do rabecão, que estava com as portas abertas.
Levada para a casa do novo dono, a cadelinha deu cria e hoje vive feliz e bem cuidada. Conheça essa impressionante história na reportagem de Suzane Schmitka, publicada na edição impressa da FOLHA DO SUL, que circula a partir deste sábado, 22.