Vítima de 36 anos disse conhecer o autor do assalto

Pouco depois das 11:00h desta sexta-feira, 14, uma cadeirante parou em frente a redação do FOLHA DO SUL ON LINE e pediu ajuda para chegar até a Delegacia de Polícia Civil. Alegava que não agüentava mais empurrar a cadeira, mas precisava comunicar o assalto que havia acabado de sofrer ao sair da agência do Banco do Brasil em Vilhena.

No trajeto até a DPC, a mulher se identificou como Alexia Freitas Camargo. Contou que tem 36 anos e mora no bairro São José, junto com a avó e a madrasta. Alexia revelou que ficou paraplégica após um acidente de carro na BR 364, cerca de dois anos atrás, quando seguia de carona para Porto Velho.

Beneficiária de uma pensão por invalidez, a cadeirante disse que havia acabado de sacar os mais de R$ 800 reais no BB e, quando deixou a agência, um rapaz que ela alega ver frequentemente nas ruas, tomou sua carteira. Ao registrar o BO, a vítima contou que outras pessoas testemunharam o crime, porém o suspeito conseguiu fugir. “Mas eu conheço ele, é um que anda com uma caixa de engraxate”, detalhou.

O dinheiro roubado, diz Alexia, que era doméstica antes de fraturar a coluna e perder o movimento das pernas, seria para ela comprar uma cadeira nova. Sem telefone, forneceu o endereço para quem quiser ajudar: rua Belo Horizonte, 116, bairro São José, Vilhena.