O vice-presidente da Câmara, Marcos Cabeludo (FOTO, PRP) , que estava no exercício da presidência da Casae deu posse de José Cechinel (PSC) como vereador na manhã desta sexta-feira (25), falou ao www.folhadosulonline.br  que já viveu a experiência de ficar “alguns dias” no poder.  

Ele se referia ao afastamento, em 2003, de um grupo de oito vereadores durante o chamado “Escândalo das Diárias”, em que teriam desviado cerca der R$ 200 mil. Na época, Cabeludo era um dos suplentes e assumiu a cadeira durante nove dias. Os titulares, porém, conseguiram reaver o mandato através de liminar (decisão provisória concedida pela Justiça) e ficaram no cargo até o final daquela legislatura.

Agora, o vereador cassado Rosivaldo Paiva (PSDC) tenta o mesmo caminho. Ele estava em Porto Velho desde quinta-feira (24) buscando retornar à Câmara através de uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral, o mesmo que cassou seu diploma por compra de votos.

O agora vereador José Cechinel admite que seu mandato possa, de fato, ser “relâmpago”. Estudante de Direito, ele entende bem como funciona a justiça e os tantos subterfúgios que podem favorecer Rosivaldo.