Alguns acusam aumento de 70% nas vendas em relação a festa do ano passado
Objetos de decoração, telas, brinquedos em madeira, bonecas, enfim, um sem número de trabalhos artesanais foram mostrados ao público no Pavilhão da Feneville, durante as cinco noites da Expovil 2016.
Os expositores das duas associações de artesãos de Vilhena (Mãos que Criam e Amigos da Arte) têm espaço cativo para mostrarem seus trabalham sem qualquer custo por meio do apoio da Feneville. “Nós somos muitos gratos a organização, ao Darci Cerutte, a Iris que sempre nos dão todo o apoio sem diferenciar quem não paga de quem paga pelo estando”, disse Hurby Santos.
A artesã garantiu que este ano suas vendas foram cerca de 70% superiores as do ano passado. De acordo Hurby, seu carro chefa são as bonecas que ela garante que cada criação é única. “São bonecas únicas, algumas vêm até com certidão de nascimento”, revelou.
Valdecir Stüpp, que desenvolve um trabalho em madeira e MDF, também disse, sem citar porcentagem, que teve aumento na venda em relação a festa de 2015.
Wagno Bezerra tem uma avaliação diferente dos colegas, e afirma não ter registrado aumento significativo em suas vendas. Wagno argumenta que a festa deste ano atraiu um público menor e menos pessoa circulando significa menos oportunidades de fechar um negócio.
Ary Ferreira é outro expositor que declarou não ter notado uma melhora expressiva no volume de vendas. Mas argumenta que expor seus trabalhos na Expovil nem sempre significa fechar negócios naquele momento. “É mais uma vitrine que continuam nos rendendo frutos quatro, cinco meses depois”, pontuou.
A afirmação de Ary é uma constante entre os artesões e artistas plásticos que expõem na 31ª Expovil.