A diretoria do Banco do Brasil (BB) aderiu formalmente à chamada “moratória da soja”, um acordo pelo qual os “traders” (compradores de grande escala) e a indústria não irão comercializar a soja plantada de áreas que foram desmatadas a partir da data de corte, de 24 de julho de 2006.
O BB negará crédito nesses casos e declarou que passarão a ser exigidas certidões de regularidade ambiental das propriedades do bioma para a concessão de financiamento, regra já aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Saiba quais as possíveis consequências desta decisão na edição impressa da FOLHA DO SUL que circula neste sábado.