Um dos negócios que prosperaram nos polos urbanos no interior do Cone Sul é o comércio de água mineral. Consumidores, de forma geral, compram galões do líquido para consumo.
A água encanada da Companhia de Águas e Esgoto de Rondônia, a Caerd, não encontra muita aceitação dos consumidores, em se tratando da água para consumo próprio como beber ou cozinhar.
O motivo da rejeição da água da Caerd é o alto teor de cloro em que o líquido é submetido nas estações de tratamento (na interpretação dos consumidores). Além disso, a fonte da água distribuída pela companhia levanta preocupações entre consumidores. A água encanada vem, na verdade, de rios que percorrem a região.
Vale esclarecer aqui que este é o ponto de vista do consumidor. Hoje em dia, os tratamentos de água, incluindo o da Caerd, são muito evoluídos e podem purificar até a mais imunda das águas. A tecnologia tem avançado muito neste sentido.
Entretanto, consumidores rejeitam a água da distribuidora pública quando o destino do líquido for para matar a sede. A alternativa encontrada tem sido a água mineral. Em Cerejeiras, por exemplo, empresários do setor afirmam que o consumo (e as vendas) aumentou muito. Um galão de água custa de R$ 6 a R$ 7, dependendo do local.
Teve uma companhia de água mineral na região que até mesmo adotou promoções. Compre 10 frascos no mesmo local e ganhe um quando completar o décimo, é a promoção.
O frasco, caso o consumidor queira comprar a embalagem, como esta consumidora cerejeirense mostra na foto, custa até R$ 20, mais uns R$ 6 da água que vem dentro.