Para o vereador, a determinação contra o Ypê teria partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
 
Transformado em arma na “guerra ideológica” entre direita e esquerda no Brasil, o detergente da marca Ypê, que teve alguns lotes vetados pela Anvisa, viralizou em todo o país após o órgão determinar medidas sanitárias contra o produto.
 
Sob alegação de que todos os lotes com numeração final 1 estariam contaminados pela bactéria Pseudomonas aeruginosa em algumas linhas da fábrica de Amparo (SP), a Anvisa ordenou o recolhimento e a suspensão da fabricação dos produtos.
 
A medida gerou protestos dos conservadores, inclusive no Estado de Mato Grosso, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro é apoiado pela maioria da população. Um episódio registrado hoje mostra como o sabão líquido está sendo usado nos embates ideológicos.
 
O vereador de Cuiabá Rafael Ranalli (PL) disse nesta terça-feira, 12, na tribuna da Câmara Municipal da capital mato-grossense, que o detergente Ypê se tornou o novo símbolo da extrema direita no país. 
 
Para o vereador, a determinação contra o Ypê teria partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para favorecer as vendas dos detergentes da marca Minuano, que tem como um dos sócios o empresário Joesley Batista, também controlador da JBS e próximo do atual presidente.
 
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