Ambas as mulheres alegam ser a dona da cachorrinha da raça Yorkshire
Foi parar na polícia e pode ser decidida através de exame de DNA a disputa por uma cachorrinha da raça Yorkshire, em Vilhena. Um vídeo compartilhado num grupo de moradores do bairro Cidade Verde II mostra como teve início toda a confusão.
O FOLHA DO SUL ON LINE entrevistou a frentista que diz ser a verdadeira dona do animal, e que aparece no vídeo tentando evitar que ele seja levado por um casal, que também reinvindica a propriedade. Crianças também imploram para que a cadela não vá embora.
Ao site, a mulher de 34 anos contou que deixou a cadelinha em casa, já que iria passar o natal no sítio dos pais, em Corumbiara. A cachorrinha de nome “Amora” conseguiu escapar, mas uma vizinha a resgatou e anunciou no WhatsApp.
No momento em que “Amora” estava sendo entregue à suposta dona, a frentista chegou E implorou que a mulher a deixasse reconhecer a casa, o que provaria sua versão. O casal não concordou e levou o pet.
A denunciante acionou a polícia, que foi até sua casa e a aconselhou a registrar uma queixa na Unisp, o que ela pretende fazer ainda hoje.
O OUTRO LADO
No mesmo grupo do bairro Cidade Verde II no WhatsApp, a mulher que levou “Amora” garante que a cadelinha é sua e tem outro nome: “Mel”. Ela diz ter certeza do que está falando e irá pedir um exame para comprovar a propriedade.
Embora tenha assistido ao vídeo, o FOLHA DO SUL ON LINE não conseguiu falar com a segunda mulher, por isso não pode publicar a filmagem. Nela, a suposta dona alega que sua cadelinha é muito velha, diferente da que a outra moradora reinvindica, e está quase cega. E dispara, na gravação, que não irá entregar o animal até que tudo esteja provado.
O FOLHA DO SUL ON LINE também decidiu não veicular o primeiro vídeo, mostrando o início da briga pela cachorra, para não expor o casal que a levou para sua casa.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 28 de Dezembro de 2020, às 17:59