O site tentou, por várias vezes, falar com a acusada, mas não conseguiu

 
O fechamento de uma clínica de estética em Vilhena virou caso de polícia esta semana. Váriasqueixas foram registradas na Unisp e, nas redes sociais, clientes do estabelecimento reclamam de ter pagado por procedimentos que não foram feitos.
 
Uma das vítimas contou na polícia que “emprestou” o nome para a dona da clínica, para que ela financiasse um aparelho. A denunciante disse que a acusada retirou os equipamentos do local e deixou a dívida de mais de R$ 23 mil reais em seu nome.
 
Outras duas profissionais que também se dizem vítimas contaram na polícia, após registrarem queixas, que ambas levaram prejuízos, nos valores respectivos de R$ 70  mil e R$ 30.500,00. Uma delas disse que a denunciada a bloqueou nas redes sociais e a outra denunciou que a ex-parceira “está de posse de cópias de seus documentos pessoais, 01 cartão do banco Santander, 01 cartão Atacadão, seu carimbo, receituário e materiais de trabalho”.
 
O site ouviu uma biomédica que também era parceira da clínica, e que também acionou a polícia para se precaver, pois muitas clientes que pagaram e não receberam pelo atendimento poderiam cobrá-la por uma responsabilidade da dona da clínica onde ela apenas prestava serviços.
 
Uma artesã de 43 anos também revelou ao FOLHA DO SUL ON LINE ter registrado queixa na polícia após o fechamento da clínica, onde ela pagou mais de R$ 2.700,00 por aplicações de produtos estéticos. “Não fiz nem um terço do tratamento e as redes sociais da clínica sumiram, bem como os contatos no WhatsApp”, desabafou.
 
O site tentou, por várias vezes, falar com a acusada, mas não conseguiu. A informação recebida pelo site é que a profissional estaria enfrentando graves problemas de saúde e vem fazendo tratamento médico em Porto Velho. A versão dela será publicada tão logo a reportagem consiga localizá-la.