Conforme foi publicado no último dia 06 de maio neste site, a Prefeitura de Cerejeiras terá de enfrentar, o mais rápido possível, um problema ambiental referente ao lixão do município. O problema, embora antigo, exige uma solução atual, devido às exigências ecológicas modernas.


O local onde os caminhões coletores da Secretaria Municipal de Obras e Serviço Público (Semosp) joga o lixo, não possui nenhum tipo de tratamento. O lixão, que não é um aterro sanitário, fica próximo a uma mata fechada e ao lado de uma lavoura de soja/milho.


Parte do lixo é queimada constantemente, com uma fumaça tóxica que levanta dia e noite. Além disso, já foram vistos mulheres catadoras de dejetos no local.


Ainda na mesma matéria, a reportagem do site afirmava que a coleta de lixo, que já foi alvo de reclamações em fevereiro e março deste ano, tinha voltado aos padrões de normalidade atualmente.


Entretanto, ao noticiar esses fatos, o site FOLHA DO SUL ON LINE recebeu diversas notificações de moradores de Cerejeiras afirmando que a coleta na área urbana do município continua deficitária.


“O caminhão de lixo fica até duas semanas sem passar para a coleta”, afirmou uma leitora cerejeirense.


“O serviço de coleta não voltou à normalidade. A não ser que seja normal ficar 22 dias sem recolher o lixo, que é a minha situação”, disse ainda uma outra leitora, também moradora da cidade.


Uma leitora chegou a compartilhar na rede social uma foto (a que ilustra essa reportagem) mostrando o acúmulo de lixo na frente da casa dela.


Resumindo de forma simples, pode-se dizer o poder público municipal continua com dois problemas graves para resolver: o de coletar o lixo e o de descartá-lo na natureza.