Colégio municipal ficará pelo menos 30 dias fechado
Um dia após o FOLHA DO SUL ON LINE veicular denúncia da mãe de uma aluna da escola Ivete Brustolin, revelando que os estudantes da instituição estavam correndo riscos diários, os Bombeiros de Vilhena resolveram interditar o estabelecimento. A ação foi executada na manhã desta sexta-feira, 04. O colégio faz parte da rede municipal de ensino e vive um verdadeiro caos, segundo a denúncia, que pode ser conferida aqui.
De acordo com o subtenente Luiz Antônio Bueno Thomaz, que acompanhou engenheiros dos Bombeiros até o local, a medida foi adotada para garantir a segurança das crianças atendidas pela escola. E foi deflagrada após uma mãe de aluno denunciar o problema formalmente ontem.
Mas, lembra o militar, desde o ano passado, a direção do Ivete Brustolin, que fica na avenida Paraná, já havia sido alertada sobre questões de segurança. Na época, foi emitido um laudo apontando falta de projetos, deficiências estruturais e irregularidades nas instalações elétricas. Mesmo tendo prazo para sanar os problemas apontados, a escola não agiu, segundo os Bombeiros.
Agora, com a nova interdição, o colégio ficará fechado até todos os itens de segurança serem obedecidos, inclusive com a apresentação de projeto contra incêndio. Um profissional ouvido pelo site avaliou que, caso a prefeitura se empenhe no trabalho e use seus técnicos e operários, o serviço pode ser concluído em 30 dias. Mas a liberação só será feita após nova vistoria, que verificará o cumprimento das recomendações.
O site aguarda manifestação da assessoria de comunicação da prefeitura, para que seja informada a de ensino que receberá os estudantes desabrigados.