Ao contrário dos maçons de Vilhena, os de Cerejeiras são pouco ou nada envolvidos em obras sociais, pelo menos não de forma coletiva e organizada. Segundo apurações do FOLHA DO SUL ON LINE, os cerejeirenses adeptos da maçonaria ainda não estão envolvidos em alguma obra social de maior visibilidade pública.
Em Vilhena, são conhecidas ações e entidades de cunho social ajudadas por maçons. Um asilo e uma creche vilhenenses, por exemplo, são alvos de doações dos militantes da confraria.
Já em Cerejeiras, que possui uma loja da entidade (FOTO), não se ouve falar de obras filantrópicass executadas pelos adeptos da maçonaria.
A razão de os maçons cerejeirenses serem ainda pouco envolvidos com iniciativas de cunho assistencial (mesmo que a fraternidade e filantropia sejam dois pilares fundamentais da organização e que os maçons são, de forma geral, cidadãos com bom poder econômico) é que existem poucos membros da entidade no município. “Somos só 14 maçons aqui em Cerejeiras. Somos poucos”, diz um empresário maçom, que não será identificado aqui.
Por outro lado, o maçônico ouvido pela reportagem admite que a loja de em Cerejeiras, embora com poucos adeptos, pode fazer obras sociais no município. “Nós temos muito contato no mundo todo. Somos capazes, sim, de fazer uma ação social”, diz.
Já outros segmentos sociais em Cerejeiras estão envolvidos com algum tipo de ação social coletiva. É o caso dos pastores evangélicos, que estão administrando o hospital municipal e recolhendo doações para a unidade, e o Lions Club, que ajuda uma escola para alunos portadores de necessidades especiais.