Diretor da Cadeia Pública diz que projeto sobrevive de doações
Uma horta cultivada por presos tem chamado a atenção e sido um exemplo em Cerejeiras, atraindo visitas de lideranças locais de diversos setores.
A horta fica na Cadeia Pública de Cerejeiras e foi idealizada há dois anos pelos policiais penais do município.
O presídio de Cerejeiras tem, atualmente, 149 presos, sendo 40 deles em regime semiaberto. No entanto, somente quatro presos do regime fechado cultivam uma grande variedade de verduras na horta, como alface, rúcula, almeirão, couve, cebolinha e cenoura, dentre outras.
As hortaliças produzidas na unidade são consumidas no próprio presídio e doadas para o Abrigo Municipal e para o Hospital São Lucas.
O Conselho da Comunidade da Execução Penal de Cerejeiras e o Fórum de Justiça são entidades que apoiam o projeto da horta.
Segundo o diretor da unidade prisional, Márcio Pacheco, a horta subsiste através das doações de voluntários. “Um produtor rural doa um esterco, um empresário doa uma lona e assim vamos tocando o projeto”, diz.
A horta da Cadeia Pública cerejeirense recebe visitas de lideranças locais. Já recebeu, por exemplo, a visita da juíza Ligiane Zigioto Bender, do secretário de Agricultura de Cerejeiras, Danilo Marth, e, recentemente, do presidente do Sindicato Rural de Cerejeiras, Jair de Oliveira Ferro, conforme mostra a foto secundária desta reportagem.
Fotos
Autor:
Rildo Costa
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 03 de Novembro de 2021, às 14:43