O deputado federal Natan Donadon (PMDB) esteve reunido nesta semana com o presidente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Wagner Gonçalves Rossi. Após a reunião o deputado seguiu juntamente com os produtores rurais e sindicalistas, Evandro Padovani e Jaime Bagatolli (ambos do Sindicato dos Produtores Rurais de Vilhena) para um encontro com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, para protocolar documento de reivindicação referente à produção de grãos em Rondônia.
Natan Donadon marcou essa audiência com Wagner Rossi, por solicitação de Padovani e Bagatolli. Na pauta um pedido contundente de inclusão de Rondônia no Programa de Garantia de Preço Mínimo (PGPM), contrato de garantia na produção de grãos, aumento no valor da saca do milho, Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (PEPRO), leilão da Conab e implantação em Vilhena de um terminal com seis silos com capacidade para armazenar 30 mil toneladas de grãos de milho.
Natan Donadon, em apoio aos produtores rurais de Rondônia, disse ao presidente Wagner Rossi, que a Conab contemplou 9 Estados, deixando Rondônia de fora, e isso é uma injustiça que deve ser reparada imediatamente, já que o Estado de Rondônia tem hoje uma produção anual de 5,5 milhões de sacas de milho e o Cone Sul responde por 60% dessa produção, com isso, há um excedente de 2 milhões de sacas disponível para exportação. “tenho plena convicção que Rondônia exerce legitimidade para garantir essas reivindicações”, finalizou Natan Donadon.
Na reunião com o Ministro da Agricultura, Natan Donadon elogiou Stephanes, dizendo que o ministro tem sido parceiro e um verdadeiro guerreiro na defesa do produtor Rural. Natan disse aos presentes na reunião, que só discurso não funciona, tem que haver uma mobilização dos agricultores rurais, dos deputados estaduais e a união da bancada federal de Rondônia aqui em Brasília em torno da garantia dos avanços e conquistas do setor agrícola junto ao governo federal.
Na oportunidade Natan Donadon criticou a ação do Ibama, que fechou a única mina de calcário do estado, em Espigão do Oeste (RO), obrigando os produtores rurais trazer calcário do Mato Grosso. Segundo o ministro Reinhold Stephanes, a reabertura da mina está próxima.