Empresária carioca ficou com pé roxo e unha amarela após ataque
 
Na manhã do último sábado, dia 06 de novembro, uma adolescente percebeu, ao acordar, que havia uma mancha no rosto. Inicialmente ela e a mãe acharam que fosse uma alergia, mas ao investigarem melhor perceberam que a menina havia dormindo com o rosto sobre um “piolho-de-cobra” (FOTO).
 
A menina, moradora do BAIRRO Jardim América, embora reclamando de uma ardência na área atingida, não procurou o médico. “Não sabemos de onde veio o bicho, porém ao redor tem quintal sujo de matos”, disse a fonte com quem a reportagem conversou sobre o caso. O bicho foi encontrado sob a cama da jovem.
 
O piolho-de-cobra, também chamado de gongolo ou embuá, possui um corpo cilíndrico, com um par de antenas e dois pares de patas locomotoras por segmento e não são venenosos. Mas, segundo o Instituto Butantan, quando são esmagados, os piolhos-de-cobra liberam toxinas que podem manchar a pele.
 
Além disso, quando se sente ameaçado, o piolho-de-cobra exala um cheiro muito forte (cianeto de hidrogênio) para espantar seus inimigos. A recomendação, caso haja contato com o animal, é lavar a área lesionada com água e sabão.
 
Esses animais preferem ambientes úmidos e com abundância de matéria orgânica em decomposição, fonte de alimento. Então, para evitar o aparecimento deles, o melhor é manter o espaço sempre limpo, livre de matérias orgânicas em decomposição e a casa arejada e bem iluminada.
 
FALSO HEMATOMA
Recentemente um caso envolvendo o “piolho de cobra” ganhou repercussão em todo o Brasil, após uma empresária carioca ficar com o pé todo roxo e com a unha amarela após “esmagar” acidentalmente o bicho que estava dentro do sapato dela (CONFIRA AQUI).