Ao chegar na Unisp depois de ser imobilizada, a acusada relatou sentir dores no ombro esquerdo
Neste final de semana, uma guarnição do PATAMO foi mobilizada e compareceu em um endereço onde uma mulher estaria sendo impedida de retirar seus pertences da casa onde vivia com a parceira, da qual se separou recentemente, em Vilhena.
A denunciante explicou que, após o fim da relação homoafetiva, resolveu se mudar da residência. Porém, segundo relatou aos policiais militares, a ex-parceira apareceu no local com sintomas de embriaguez tentando impedir a mudança.
Por isso, e tentando evitar que as desavenças envolvendo as duas mulheres evoluísse para agressões ou situações graves, a corporação foi acionada através do número de emergência.
A acusada disse que tem uma medida protetiva contra a ex, mas não apresentou o documento que impediria sua aproximação do imóvel onde as duas moravam juntas.
Durante o registro da ocorrência, a mulher supostamente embriagada teria passado a disparar ofensas contra os policiais, acusando-os de acobertar a outra para que ela retirasse móveis da casa.
Diante das acusações e ofensas proferidas pela denunciada, foi dada voz de prisão à mulher, pelos crimes de calúnia e desacato, já que ela chamou os militares de “ladrões”, alegando que eles teriam furtado seu celular, aparelho que foi encontrado depois, e apresentado na Unisp.
Ao chegar na Unisp depois de ser imobilizada, a acusada relatou sentir dores no ombro esquerdo, sendo encaminhada ao Hospital Regional para avaliação médica. Após atendimento, foi constatado pelo médico plantonista que não havia lesão, tratando-se apenas de queixa de dores, sendo a personagem medicada e liberada.
Foi oferecida à mulher a possibilidade de lavratura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), sendo que ela se recusou a assinar o documento.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 30 de Março de 2026, às 10:04