Nos últimos seis anos, o total de pessoas empregadas cresceu mais de 30% na cidade
 
Levantamento feito pela FOLHA junto ao Caged, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego, mostra que Vilhena gera mais empregos formais que a média rondoniense há vários anos. Apenas em outubro deste ano, até outubro, foram 1.116 pessoas com emprego a mais do que no ano anterior. O número representa quase 10% do total de novas vagas do Estado, que gerou no mesmo período 12,3 mil vagas novas.
 
De 2020 a outubro de 2025 o crescimento no total de pessoas empregadas foi de 30,8% em Vilhena, saindo de 21,2 mil para 27,7 mil pessoas, enquanto no Estado o aumento foi de 27%, pulando de 241,7 mil para 307 mil.
 
Os dados de emprego mostram que, em 2025, no entanto, o Estado de Rondônia e Vilhena apresentaram a mesma variação positiva, de janeiro a outubro, apresentando 4,2% de crescimento no total de empregos. Rondônia saiu de 294.697 para 307.050 e Vilhena demonstrou um crescimento que fez o total de empregados sair de 26.601 para 27.717.
 
Em relação aos setores econômicos, o ano de 2025 concentrou a geração de empregos no setor de Serviços. O segmento liderou a criação de novos postos com um saldo de 827 postos, sendo responsável pela maior parte da expansão do emprego na cidade, com variação de 7,45% nesta área. Por sua vez, o Comércio apresentou o segundo maior saldo, com 173 novos postos (1,96%), e a Indústria 138 (3,43%). Já o saldo negativo ficou por conta da Construção e da Agropecuária, que perderam 17 e 5 postos, respectivamente.
 
Na série histórica dos últimos 6 anos, porém, a Agropecuária e Construção cresceram bem. Os trabalhadores do agro eram 1.259 em 2020 e agora são 1.702, aumento de 35%. Na construção eram 732 e hoje são 932, numa elevação de 27%. O comércio não ficou muito para trás e pulou de 7.302 trabalhadores em Vilhena em 2020 para 8.999 em outubro de 2025. No mesmo período, a Indústria cresceu quase 17%, aumentando sua mão-de-obra de 3.567 para 4.162. O líder de empregabilidade, contudo, ainda é o setor de Serviços, que empregava 8.334 e hoje é responsável por 11.922 trabalhadores, num crescimento expressivo de 43%, ficando em primeiro lugar no número de empregados e de expansão.