Dados da Polícia Civil de Vilhena revelam: somente neste ano foram registrados 17 casos envolvendo menores, que tiveram a intimidade exposta na internet através de fotos ou vídeos. Os inquérito que investigam episódios do tipo, mesmo que tenham como protagonistas pessoas maiores de idade, correm em segredo, pois configuram crimes de assédio moral e constrangimento.
Entre os que tiveram imagens intimas vazadas na Rede está uma balconista de 23 anos (FOTO), que aceitou produzir o material a pedido do então namorado. Com o fim do romance, o rapaz teria exposto virtualmente todas as fotos picantes da ex-parceira, como forma de se vingar.
Há também dezenas de casos que não vão parar na polícia, mas acabam rendendo falatório. Exemplo: um vídeo recente, que tem como personagem uma conhecida empresária local, fazendo caras e bocas, em trajes sumários, é a sensação do momento. Compartilhada através de celulares, a produção amadora garante à coroa toda sorte de gracejos, embora nenhum feito em público. Ou seja, os elogios e ofensas à performance da madame se limitam ao bate-papo entre os que trocam o vídeo virtualmente.
Um policial que acompanha as investigações diz que na maioria dos casos envolvendo meninas, elas próprias aceitaram ou produziram o material. “Aí fica até complicado identificar quem está disseminando”, revela, ressalvando, porém, que existe a possibilidade de o adulto que compartilhar a produção ser responsabilizado civil e criminalmente, além de ser enquadrado pela prática de pedofilia.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 27 de Dezembro de 2013, às 16:01