Fato perturbador aconteceu mais de 10 anos atrás, e chocou a cidade
Após o FOLHA DO SUL ON LINE publicar as desventuras de três tios do jovem Claudio Raian Goettms Lopes, de 20 anos, assassinado a tiros na noite de domingo, dia 1º, surge outro episódio trágico e constrangedor envolvendo a família dele, em Vilhena (ENTENDA AQUI).
A morte do rapaz ainda não foi esclarecida, mas uma leitora deste site lembrou o drama da família, quando uma tia de Claudio, que faleceu em virtude de problemas de saúde, estava sendo sepultada. O episódio, inusitado e perturbador, aconteceu em dezembro de 2010.
A leitora que se lembrou do caso apontou como o enterro de Rosemere Goettms, que tinha 38 anos na época, se transformou em uma lembrança dolorosa para mãe dela.
Leia abaixo, na íntegra, a reportagem publicada quase 15 anos atrás pelo site Rondoniaovivo, de Porto velho:
“Família revoltada com funerária após alça de caixão quebrar e corpo cair dentro da cova
Alça de caixão quebra e corpo cai dentro da cova
Um fato inusitado aconteceu na tarde desta terça-feira, 07, durante o sepultamento do corpo da jovem Rosemere Goettms, de 38 anos, no cemitério Cristo Rei, em Vilhena.
Rosemere faleceu em decorrência de problemas cardíacos. Foram contratados os trabalhos de uma empresa funerária da cidade.
Foi acordado o valor R$ 2 mil pelo velório, sendo que a empresa iria tomar todas as medidas cabíveis em relação à documentação, vestir a falecida com um blazer, colocar flores e fazer o acompanhamento do velório.
O velório transcorreu normalmente, porém, na hora do sepultamento, alça do caixão acabou quebrando e o corpo da mulher caiu no fundo da cova. Aí, a surpresa: o corpo da falecida estava somente com a parte de cima da roupa.
Rapidamente, os agentes funerários recolheram o corpo e novamente colocaram-a no que restou do caixão.
Ercilina Daroz Goettms, de 60 anos, que é mãe de falecida, desabafou dizendo que "isto é um desrespeito com a nossa família. Eles trataram o corpo da minha filha como se fosse de um bicho. Não sei como esta empresa ainda continua trabalhando em Vilhena".
Após ter passado por este grande constrangimento, Ercilina foi até o escritório da empresa, que alega que eles não têm culpa pelo que aconteceu. Os responsáveis da funerária argumentaram que os caixões vêm de São Paulo e não era possível prever o ocorrido. Já na questão da jovem não estar com todas as roupas, não quiseram falar sobre o caso.
Ainda, conforme Erclina, os agentes funerários propuseram que ela pagasse apenas R$ 1000, ou seja, a metade do preço combinado. Entretanto, a família disse que irá mover uma ação judicial contra a funerária”.
Autor:
Da redação
Fonte:
Rondoniaovivo
Publicado em 03 de Fevereiro de 2026, às 08:18