Mesmos parceiros homoafetivos já se envolveram em outras ocorrências
Na madrugada de ontem ao atender uma ocorrência de vias de fato no bairro 5º BEC, em Vilhena, a Polícia Militar encontrou, em um conjunto de quitinetes, uma confusão generalizada, que teria sido motivada por ciúmes envolvendo um casal gay.
No local, usado para confraternizações, o grupo de homossexuais (um deles de origem indígena), estava assustado pelo que tinha acontecido, quando os policiais chegaram. Mas, a briga era protagonizada pelo casal homoafetivo, que vive junto há algum tempo e já esteve envolvido em outros episódios policiais.
Na chegada, a guarnição encontrou no quintal um homem de 34 anos, discutindo de maneira exaltada com o parceiro indígena, 3 anos mais novo. Mas, a aparente irritação era por outro motivo: os gritos se deviam ao fato de o mais velho, que tem problemas de audição, ter ficado sem o aparelho que lhe permite escutar.
E foi justamente por levar um tapa no rosto, desferido pelo companheiro, que o deficiente auditivo teve o equipamento danificado ao ser lançado no chão. Neste momento, o casal passou a trocar tapas, empurrões e puxões de cabelo. Outro gay que participava da festa começou a passar mal vendo os colegas se pegando na porrada.
Durante o registro da ocorrência, o indígena que havia agredido o parceiro correu para os fundos do imóvel, quebrou uma garrafa de vidro e encostou em seu pescoço, ameaçando tirar a própria vida. No instante de descuido os policiais o dominaram, mas a garrafa quebrada, usada como arma, foi transformada em cacos.
Ambos os envolvidos foram apresentados na Unisp, para o registro de mais uma ocorrência policial sobre o mesmo casal envolvido em pancadaria por ciúmes.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 01 de Outubro de 2025, às 16:57