Foi encontrado morto, por volta das 20:00h, numa área de lavoura de sua propriedade na Linha 85, pertencente ao distrito de Boa Esperança,  que faz parte do município de Chupinguaia, o agricultor Valmir de Oliveira. Ele tinha 61 anos e deixa, além da viúva, sete filhos.
De acordo com familiares do sitiante, ele havia saído de casa pela manhã e não viera para o almoço. Como também não chegara para a janta, sua esposa, Efigênia de Oliveira, ligou para a base da PM em Boa Esperança.
Após buscas pela roça onde Valmir cultivava milho e feijão, os policiais encontraram seu corpo. Pelos sinais de rigidez do cadáver, os parentes acreditam que o sitiante estivesse morto há mais de cinco horas. A acusa mais provável do óbito é infarto, já que o agricultor estava usando marca-passo desde o ano passado.
O irônico do caso é que Valmir repetiu o mesmo destino do avô e de um tio, que também morreram trabalhando na roça.  Um sobrinho dele reconhece que seus problemas de saúde eram graves, mas atribui à enfermidade de um primo o acontecido. “Quando soube que seu filho estava com uma doença incurável, seu quadro se agravou”, revelou o rapaz, em entrevista ao FOLHA DO SUL ON LINE.
O velório será realizado na casa de uma filha de Valmir em Comodoro (MT) e o sepultamento está marcado para amanhã, na mesma cidade.