A partir das nove horas da manhã de hoje, primeiro de maio, servidores da SEJUS em todo o Estado paralisaram as atividades, em movimento grevista. Segundo colhido pela reportagem no local da manifestação sindicalista em Vilhena, após tentativa de negociação com o governo, as categorias envolvidas não obtiveram nem resposta nem contraproposta do governo para suas reivindicações, em sua maioria relacionados ao plano de carreira, cargos e remuneração (PCCR), que necessita revisão.

Reunidos em assembleia, agentes, técnicos administrativos e enfermeiros de Vilhena optaram por paralisar as atividades em todas as cinco unidades da cidade: “O governo não cumpriu acordo onde prometia ou apresentar uma solução ou uma contraproposta até o dia 25 de abril”, afirma Cid Souza, um dos delegados regionais do Singeperon, sindicato que representa a categoria.

Os grevistas manterão os 30% de efetivo trabalhando, de acordo com a lei, e afirmam que atenderão de acordo com as possibilidades. A greve não tem dia para terminar, e os servidores pretendem realizar manifestação na sexta-feira, 03, na unidade de segurança máxima que fica na saída da cidade, aproveitando o dia de visita do presídio.