Deolindo Lara de Oliveira, 51, servidor público federal, que no dia 31 de maio foi autuado em flagrante pela Polícia Militar, com um revólver calibre 38 em punho, vindo a ser acusado de roubo por populares, e mais tarde liberado por falta de provas, compareceu esta manhã na 1ª Delegacia de Polícia Civil, juntamente com seu advogado Roberlei Rocha Finotti para, segundo ele, “esclarecer as coisas”.
O servidor relatou à polícia que na noite do desentendido, foi vítima de um assalto após sair do bar “A Muralha”, que fica no bairro Cristo Rei, por volta das 23:00h. Quando se preparava pra pegar um táxi, foi abordado por 6 elementos, que usaram da força física, e conseguiram levar apenas um cordão de ouro da vítima. Deolindo contou ainda que, ao se sentir ameaçado, sacou uma arma e pediu sua corrente de volta. Os ladrões devolveram o objeto, e a vítima correu do local, quando foi abordado pela guarnição da Polícia Militar que fazia diligências rotineiras pelo bairro. Oliveira acabou sendo levado para a DPC, já que havia a suspeita de que ele teria praticado um assalto. O servidor conseguiu se livrar da suspeita, mas acabou indiciado por porte ilegal de arma. Para não ficar sozinho na condição de réu, aproveitou e registrou queixa quanto ao ataque que sofrera.