Saindo dos orelhões rumo à internet, agências de prostituição estão mais conectadas. As empresas têm usado o Facebook e o Twitter para propagar serviços, com conteúdo explícito e aberto para qualquer usuário.

Segundo uma investigação do jornal britânico "The Times", as páginas abrigam informações como endereço, número de telefone, preços e especificam os serviços ofertados. Algumas das páginas tentam se passar como casas de massagem, mas dão indiretas com postagens que indicam a finalidade do serviço, como "Bianca pode te satisfazer como nenhum outro fornecedor."

Desde que foi publicada a notícia, várias páginas foram removidas pelo Facebook. Já o Twitter, depois de alertado, se recusou a remover o conteúdo a menos que alguém prove que houve violação da lei.