Prestes a completar 30 anos, Eduardo Batista de Oliveira foi condenado a mais de 26 anos de prisão
O segundo acusado de envolvimento no assassinato de morador do Setor 19, em Vilhena, foi levado a júri popular nesta segunda-feira, 17, e condenado pelo crime de homicídio triplamente qualificado. O julgamento de Eduardo Batista de Oliveira, que irá completar 30 anos no próximo dia 9 de dezembro, aconteceu no Fórum Desembargador Leal Fagundes.
Conforme a denúncia, Eduardo e um comparsa, Nicsson Lorran de Oliveira Brito, 19, já julgado e condenado a mais de 19 anos de prisão, assassinaram a tiros no dia 11 de outubro de 2024, Valdivino Soares de Brito, que tinha 46 anos.
As investigações apontaram que a dupla chegou à casa onde Valdivino morava no final da tarde e, sem qualquer conversa, executou a vítima com vários tiros.
Durante a ação, Nicsson Lorran foi atingido no rosto pelo próprio comparsa. O rapaz de 19 anos, ferido e deixado para trás pelo comparsa, chegou a ficar alguns dias na UTI e foi preso ao deixar o hospital. Já Eduardo foi preso cerca de seis meses depois do crime, em abril deste ano.
Ontem, sentado no banco dos réus, ele ouviu o Promotor de Justiça pedir, e os jurados atenderem, sua condenação pelo crime de homicídio triplamente qualificado: por motivo torpe, recurso que impossibilitou a defesa da vítima e pela utilização de arma de uso restrito.
Após ler a decisão dos jurados, a magistrada que presidiu o tribunal do Júri dosou uma pena inicial de 23 anos de reclusão. E, levando em consideração o agravante da reincidência, aumentou a punição em 1/6, chegando a uma pena definitiva de 26 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado e sem direito de recorrer em liberdade.
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Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 18 de Novembro de 2025, às 05:41