Alguns médicos afirmam que estariam sem receber desde julho; Santa Casa nega
Em nota envido à redação do Folha do Sul Online, a Santa Casa de Misericórdia de Chavantes se pronunciou sobre matéria publicada na manhã da quinta-feira, 26, que relatou a denúncia de cirurgiões do Hospital Regional de Vilhena que estariam sem receber desde julho, pagamento referentes as cirurgias eletivas realizadas nos últimos meses.
Em um trecho do texto, a Santa Casa afirma que “a denúncia é pontual, e, provavelmente feita por um ou dois médicos que não entenderam como funciona o Programa, que prevê o pagamento após 90 dias do seu início, considerando 30 dias sobre a burocracia prevista no Programa...”
Ao concluir a nota, a Santa Casa assegura que realiza os pagamentos sempre com celeridade após os trâmites de recebimento do Estado e que permanece à disposição dos médicos para informações.
Confira a íntegra da nota abaixo:
Santa Casa esclarece que denúncia não reflete a realidade sobre o pagamento dos médicos
A Santa Casa de Misericórdia de Chavantes, gestora de saúde complementar em Vilhena, vem a público esclarecer os fatos acerca de matéria veiculada sobre “a falta de pagamento” dos médicos cirurgiões, publicado neste site.
Ocorre que o contrato objeto da denúncia, se mostra carente de informações técnicas que a sustentem. Sua duração prevista era de 90 dias, iniciando em agosto, passando por setembro e outubro para sua conclusão. Após o término, há um período natural de 30 dias para o cumprimento da etapa burocrática que envolve o pagamento dos médicos.
Considerando as informações contratuais, é possível afirmar que há um atraso por parte do Estado, de no máximo trinta dias em relação ao pagamento de agosto, que, pelo contrato, seria pago no mês de novembro. Um período de atraso considerado aceitável por quase todos os cirurgiões que aguardam o pagamento.
A Santa Casa informa ainda, a título de correção da informação equivocada, que as cirurgias não pararam por falta de pagamento. A instituição explica que em virtude do grande número de procedimentos cirúrgicos realizados anteriormente, algumas cirurgias praticamente zeraram as filas do Estado, inviabilizando a continuidade dos procedimentos nesse momento.
Segundo a SCMC, a denúncia é pontual, e, provavelmente feita por um ou dois médicos que não entenderam como funciona o Programa, que prevê o pagamento após 90 dias do seu início, considerando 30 dias sobre a burocracia prevista no Programa. Informações que todos os médicos têm ciência desde a assinatura do contrato. Tanto que muitos cirurgiões tem procurado o Hospital, perguntando quando poderão voltar a realizar as cirurgias.
A Santa Casa realiza os pagamentos sempre com celeridade após os trâmites de recebimento do Estado e permanecemos à disposição dos médicos para informações.
Autor:
Da Redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 27 de Dezembro de 2024, às 08:27