O motorista de 31 anos não encontrou as duas tatuagens que poderiam identificar o cunhado
Após entrevistar o autônomo José David Pereira, de 60 anos, conhecido como “Bolívia”, morador da cidade de Colorado do Oeste há 30 anos, o FOLHA DO SUL ON LINE chegou a publicar a possibilidade de o corpo encontrado ontem na zona rural ser do filho dele, Andervan Gomes Pereira, 22, que usa o sobrenome “Valkmer” nas redes sociais (ENTENDA AQUI).
Ao publicar a suspeita do entrevistado, este site fez a seguinte ressalva: “o FOLHA DO SUL ON LINE segue acompanhando o caso e esclarece que não foi confirmada a identidade da pessoa que teria sido assassinada mais de três dias atrás”.
A poucos Instantes, o cunhado de Andervan, que foi ao necrotério fazer o reconhecimento do corpo trazido para Vilhena, revelou que a desconfiança de “Bolívia” não se confirmou. O motorista de 31 anos não encontrou as duas tatuagens que poderiam identificar o cunhado: a letra J (em homenagem ao pai) num dos pulsos e uma “carinha” desenhada no tornozelo esquerdo.
O cadáver trazido para a necropsia em Vilhena tem várias tatuagens, inclusive o nome “Jorge” escrito no antebraço e uma estrela na “batata da perna” (panturrilha). O caminhoneiro também apontou que a roupa que o rapaz estava usando não pertence ao cunhado.
Mesmo o morto estando bastante descaracterizado pelos dias exposto ao sol e ao sereno, o familiar não viu qualquer semelhança entre Andervan e o desconhecido. A foto dos trajes que vestiam a vítima do suposto crime foi cedida pelo caminhoneiro ao site para ilustrar esta reportagem.
Com a reviravolta no caso, a Polícia Civil de Colorado do Oeste, que investiga o aparente assassinato, terá que submeter o material coletado no corpo a exames de laboratório, já que familiares de outros desaparecidos ainda não procuraram as autoridades para fazerem o reconhecimento.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 03 de Dezembro de 2024, às 17:40