Na semana passada, o Procon de Vilhena conseguiu evitar que uma empregada doméstica tomasse um prejuízo de R$ 2 mil. A mulher, de nome Jovelina Araújo Trentini, teve que ir à justiça para receber o valor de um consórcio quitado pelo filho, que cometeu suicídio. A administradora do consórcio alegava que, como havia se matado, o homem não teria direito ao reembolso.
A doméstica foi à justiça e provou que era a única herdeira do filho, obtendo alvará para receber os R$ 5,9 mil referentes às parcelas pagas. Mas, como a decisão judicial demorou, o banco devolveu o dinheiro para a concessionária.
Quando o depósito foi feito novamente pela empresa na Caixa Econômica Federal, o montante já era de R$ 4,9 mil. Jovelina ficou esperando o telefonema na concessionária para ir ao banco, mas como não foi avisada, não sacou o valor. Nova devolução e, outra vez, quando chegou ao banco, o montante era 20% menor.
Diante da situação, o gerente regional do Procon, Acácio Félix, foi pessoalmente à empresa e ameaçou orientar a cliente a processar a firma, cobrando danos morais. Na mesma hora, o valor do consórcio foi pago integralmente à idosa.
“Fico feliz de ter ajudado, principalmente porque se tratava de uma pessoa que não tinha conhecimento sobre os próprios direitos”, disse Acácio.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 18 de Abril de 2012, às 12:25