Aliando regras rígidas à oferta de um mínimo de dignidade aos detentos que abriga, Centro de Ressocialização Cone Sul (CRCS), presídio instalado há um ano numa área rural nos arredores de Vilhena, vem alcançando bons resultados, o que lhe rende a condição de referência em estabelecimentos prisionais no Estado.
Duas condições impostas aos apenados garantem um retorno surpreendente: eles trabalham dentro do complexo e não podem fumar. O trabalho ajuda a diminuir a pena e a ausência do cigarro reduz os atendimentos médicos.
Saiba como funciona a unidade em matéria especial assinada pelo repórter Rogério Perucci, que teve permissão para entrar no complexo e registrar o cotidiano dos que lá pagam suas dívidas com a sociedade. O texto e as imagens estão na edição do jornal FOLHA DO SUL, em circulação amanhã.